Nada é eterno, nem o amor mais intenso.
Ele se consome em brasa, como um incenso,
Que à nossa vida suavemente perfuma,
E se esvai, como tênue bruma.
Que à nossa vida suavemente perfuma,
E se esvai, como tênue bruma.
E não é porque um amor se perdeu,
Que outro não poderá algum dia vir.
Se hoje não tens alguém para ser seu,
Não há razão para não sorrir.
Que outro não poderá algum dia vir.
Se hoje não tens alguém para ser seu,
Não há razão para não sorrir.
Recolha-se, medite e entenda,
Que amor eterno não é mais que lenda.
Renove-se, recrie-se, ame-se acima de tudo,
Porque o fim de um amor não é razão para luto.
Que amor eterno não é mais que lenda.
Renove-se, recrie-se, ame-se acima de tudo,
Porque o fim de um amor não é razão para luto.
Dispa-se dos hábitos cultivados outrora,
E siga em frente, sem nenhuma demora.
Reerga-se, aprume-se, pois é no seu recomeço,
Que a sua nova paixão mora.
E siga em frente, sem nenhuma demora.
Reerga-se, aprume-se, pois é no seu recomeço,
Que a sua nova paixão mora.
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